terça-feira, 17 de maio de 2011

Lua de maio


por Wanisa Costa Lins


Lua cheia,
lua de maio,
refletida no infinito do meu ser!
Lua branca de paz,
de harmonia e silêncio!

Vislumbro o BUDA irradiante,
envolto na grande Luz,
compreensão plena,
todo compaixão,
nirvanizado,
Ser total!

Ó Lua de Luz!
Ó BUDA de Luz!
Sidharta Gautama,
o Iluminado,
o Compassivo,
estai em nós!

"Nenhum Teósofo, do menos instruído ao mais culto, deve pretender a infalibilidade no que possa dizer ou escrever sobre questões ocultas" (Helena P. Blavatsky, DS, I, pg. 208). A esse propósito, o Conselho Mundial da Sociedade Teosófica é incisivo: "Nenhum escritor ou instrutor, a partir de H.P. Blavatsky tem qualquer autoridade para impor seus ensinamentos ou suas opiniões sobre os associados. Cada membro tem igual direito de seguir qualquer escola de pensamento, mas não tem o direito de forçar qualquer outro membro a tal escolha" (Trecho da Resolução aprovada pelo Conselho Geral da Sociedade Teosófica em 23.12.1924 e modificada em 25.12.1996.

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